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Campeonato 2009

! Importante! - Regulamento 2009

------------- REGULAMENTO GERAL - revisão 3

 

REGULAMENTO GERAL
V Campeonato Super Kart Amador 2009


Capítulo 1 - Da Organização
Art. 1º - O grande objetivo do V Campeonato Super Kart Amador é a confraternização entre pilotos e amantes do  kartismo, devendo a diversão sadia e a amizade entre os participantes serem preservadas acima de tudo.

Art. 2º - A página oficial do V Campeonato Super Kart Amador está na URL www.clis.org/kart

§ 1º - As informações veiculadas no site oficial tem a mesma força e outros meios de comunicação (como e-mail e telefone), portanto, compete a cada piloto participante do V Campeonato Super Kart Amador visitá-lo com assiduidade, a fim de acompanhar a divulgação dos acontecimentos.
§ 2º – Fica também à disposição dos participantes a lista de discussão http://www.yahoogrupos.com.br/superkartamador , que pode ser utilizada para a troca de mensagens entre os participantes e também para envio de comunicados por parte da organização do campeonato.


Art. 3º - A Comissão Organizadora do V Campeonato Super Kart Amador é composta
por um diretor geral do campeonato, um diretor técnico, um diretor financeiro, um diretor de comunicação e um diretor social.

§1º - o diretor de campeonato Guilherme Tristão é responsável pela coordenação das demais diretorias, marcação das provas, negociação de datas e horários junto aos circuitos, representar os participantes do campeonato em questões de ordem administrativa;
§2º - o diretor técnico Antônio Joffre é responsável pelas questões referentes ao regulamento, incluindo orientar e tirar dúvidas dos competidores, inclusive na reunião técnica (briefing) de cada prova, informar o circuito cessor e diretores de prova das regras adotadas pelo campeonato e garantir o cumprimento das mesmas, entregar a formação de baterias e ordem de largada, receber os resultados e compilá-los na tabela de classificação, comunicar os competidores sobre punições recebidas na prova, mediar conflitos e recursos de competidores;
§3º - o diretor financeiro Frederico Augusto de Abreu Fernandes é responsável por determinar e cobrar valores de inscrição e taxa extra, informar sobre a adimplência dos competidores, realizar a previsão anual e orçamentos para confecção de troféus, camisetas, coletes e demais itens necessários ao desenrolar do campeonato. Deve cuidar do patrimônio financeiro com todo zelo e garantir que ao final do ano existirão recursos para a confraternização;
§4º - o diretor de comunicação Clístones Pedreira é responsável por atualizar e divulgar os resultados, notícias, artigos e comentários no site, incluindo material enviado pelos competidores, manter atualizadas as listas de emails, enviar comunicações para os competidores, incluindo avisos sobre as datas e horários das próximas provas;
§5º - a diretora social Marianna Leão Joffre é responsável pela organização de eventos que visem a confraternização dos competidores, incluindo nos momentos antes e depois das baterias, incluisve as premições (pódiuns) de cada prova, registrar fotograficamente os encontros, preparar a festa de confraternização.
§6º - os diretores poderão nomear auxiliares para ajudá-los nas tarefas.
§7º - na ausência de um dos diretores, a tarefa é assumida pelos demais, de preferência na ordem dos parágrafos acima.


Art. 4º - Para cada prova caberá à Comissão Organizadora a reserva da pista junto à empresa cessora do circuito, a compilação e divulgação dos resultados após cada corrida.

Art. 5º - A participação no V Campeonato Super Kart Amador é aberta a amigos e convidados, limitada apenas pelo número de vagas definidas pela Comissão Organizadora.

Parágrafo Único - Caso a quantidade de pilotos exceda a quantidade de karts ofertada pela empresa cessora, serão aplicados os seguintes critérios para determinação de quais pilotos correrão:

a)Maior número de provas disputadas;
b)Participação na primeira prova, na segunda prova, e assim por diante, até a prova imediatamente anterior;
c)Maior pontuação no campeonato, levando-se em conta os descartes obrigatórios;
d)Maior pontuação bruta no campeonato (sem os descartes);
e)Melhor colocação na etapa anterior;


Capítulo 2 - Das Corridas
Art. 6º - O V Campeonato Super Kart Amador será composto por 10(dez) provas, em conformidade com o calendário constante do Anexo deste Regulamento.

§ 1º - Cada prova deverá ser confirmada com antecedência de uma semana.
§ 2 - A alteração de local, data e/ou horário de prova deverá ser solicitada ou emanada pela Comissão Organizadora.

a)As necessidades de alteração serão sempre comunicadas na página oficial do campeonato.
b)A não-manifestação de algum dos competidores infere concordância com as alterações.

§ 3º - Compete à Comissão Organizadora realizar corridas em circuitos que possuam condições mínimas para realização da prova: cronometragem automática com impressão de resultados e carros reserva

a)Deverá sempre haver, no mínimo, 01 (um) carro reserva no início da prova, independente da quantidade de participantes, determinada após aplicados os critérios do art. 5º.


Art. 7º - Serão acatadas as decisões do Diretor de Prova, por mais estapafúrdias que pareçam ser.

§ 1º – O Diretor de prova será o designado pela empresa cessora do circuito, desde que não acarrete ônus aos pilotos.
§ 2º - Na impossibilidade da efetivação de que trata o § anterior, a prova será realizada sem o Diretor de Prova, situação essa que não isenta os pilotos de respeitarem as disposições deste Regulamento.


Capítulo 3 – Participantes, Formação de baterias, Ingressos após o inicio e Desistências

Art. 8º - Número de participantes: Em caso efetivo de um mínimo de 20 (vinte) inscritos confirmados, o Campeonato 2009 se desenvolverá em duas baterias para comportar os participantes, cada uma com no mínimo dez participantes e n
o máximo treze, conforme o número de inscrições recebidas.

§ 1º - Não há data limite para o recebimento de inscrições.
§ 2º - Caso o número de inscrições não chegue a vinte, estarão garantidas apenas as vagas para uma bateria


Art. 9º - Formação da baterias:

a) na primeira prova do campeonato: os participantes serão divididos conforme sua posição final no campeonato 2008. Os melhores colocados formarão a última bateria e os demais, juntamente com novos participantes, formarão as baterias iniciais.

b) da segunda à quarta provas, os participantes permanecerão na mesma bateria em que correram na primeira prova. Esta etapa será chamada de PRÉ-QUALIFICAÇÃO.
c) na quinta prova, as baterias serão re-arranjadas da seguinte maneira: metade dos melhores classificados de cada bateria formarão a bateria A e os demais a bateria B. A bateria A será a bateria da ELIMINATÓRIA e a bateria B a da REPESCAGEM;
d) da sexta à oitava provas, os participantes permanecerão na mesma bateria em que correram na quinta prova. Esta etapa será chamada de ELIMINATÓRIA;
e) na nona prova, as baterias serão novamente re-arranjadas, seguindo o mesmo critério descrito no item c;
f) na décima prova, as baterias serão as mesmas da nona prova. As duas últimas provas do ano serão chamadas de SUPER-FINAL;



§ 1º - As baterias deverão ter, preferencialmente, o mesmo número de participantes.

§ 2º - Para efeito de cálculo, os números deverão ser arredondados desprezando-se a parte fracionária (arredondamento para menor).

Art. 10º - Desistências: considera-se desistência quando o piloto declarar abertamente seu afastamento do campeonato, de maneira irrevogável ou se o mesmo faltar por três provas seguidas, independente de aviso à direção do campeonato.


§1º - Caso ocorram desistências ao longo do campeonato que impeçam a formação de duas baterias completas e, ao mesmo tempo, não permitam que os pilotos remanescente disputem conjuntamente uma bateria, poderão ser aplicados os critérios de exclusão do art. 5º, caso não seja possível encontrar uma solução que contemple a participação de todos e que seja aceita por maioria simples dos participantes presentes.


§2º - Se o número de participantes após as desistências não for suficiente para a formação de duas baterias, formar-se-á apenas uma, sem prejuízo dos pontos ganhos até aquele momento e pontuarão todos juntos na bateria, seguindo as regras do campeonato.

§3º - Se o número de pilotos nas baterias tornar-se por demais desigual, a ponto de impedir que uma delas alcance o mínimo necessário para correr no circuito cessor, a direção de prova deverá:

a) poderá incluir "participantes esporádicos" para completar. O participante esporádico não pontua no campeonato;
b) transferir pilotos de uma bateria para a outra, seguindo a posição no campeonato dentro da bateria que cederá os pilotos. Se a transferência for da A para a B, caem os piores colocados da A. Se da B para a A, sobrem os melhores colocados da B.


§4º - No caso expresso no parágrafo anterior,os pontos dos pilotos são mantidos.


Art. 11º - Ingresso após o início do campeonato: poderão ingressar competidores no campeonato mesmo após o início do mesmo.


§1º - considera-se efetivo o ingresso após o pagamento da taxa de inscrição;

§2º - é vedado o ingresso no campeonato nas três últimas provas (8ª, 9ª e 10ªs provas);

§3º - o piloto que entrar será alocado na bateria com menos competidores. Caso o número seja igual, irá primeiro para a bateria A.


Capítulo 4 – Sorteio de Karts e Regras Gerais
Art. 12º - A seleção por sorteio, bem como a troca de karts, serão efetuados de acordo com as especificações a seguir:



SORTEIO DOS KARTS

a.Os karts serão sorteados no Box (ou local disponível), conforme karts já numerados previamente, utilizando-se bolas de bingo ou outro método disponível;

b.O sorteio será realizado pelo diretor do campeonato ou pelo diretor de prova.


c. Cada kart será relacionado a um apelido de uma lista entregue pela direção do campeonato e o resultado do sorteio será repassado à direção de prova para cadastramento no sistema.


d.Deverão estar numerados os totais de competidores + 3 (três) karts, se possível;


e. No momento da entrada no box, o diretor do campeonato disponibilizará sacola de sorteio, da qual o competidor retirará de maneira aleatória, sem possibilidade de escolha, um dos apelidos utilizados na fase de sorteio. O kart relacionado ao apelido será, então, o do competidor.


f. Para a primeira prova do ano a ordem de sorteio do apelido será a classificaçaõ final do campeonato do ano anterior. Pilotos que não participaram da disputa (novatos) irão retirar o apelido de acordocom a ordem de inscrição no campeonato.

g. Nas demais provas, a ordem de sorteio do apelido será a do grid de largada da bateria.



f. Os karts restantes serão os karts reserva, a serem usados em ordem numérica crescente.



g.Para pilotos acima de 100 kg, podem ser separados os karts que possuírem bancos mais largos, para sorteio específico;



REGRAS PARA TROCA DE KART

h.É fundamental que todos chequem seus karts, inclusive, mas não limitado a, fixação dos assentos e calibragem dos pneus. O carro deverá ser verificado ANTES da saída do box.

i.Após a saída do box, o piloto poderá se dirigir aos boxes para tentativa de solução no kart sorteado originalmente. No entanto, automaticamente o piloto perderá sua posição no grid e será reposicionado ao final da fila. Caso ocorra a mais de um piloto, a posição no final da fila será pela ordem numérica dos karts.


j.Somente haverá troca se o mesmo quebrar (ver alínea "o"), ou nas 02 voltas de aquecimento ou durante a corrida, impossibilitando-o de prosseguir. Também neste caso o piloto perderá sua posição no grid e será reposicionado ao final da fila, seguindo os criterios do item anterior;


k.O kart trocado deverá ser posicionado no fim da fila de reserva e fazendo a troca de placas com o primeiro kart sorteado, no caso de placa cambiável, remanejando-se o lastro específico do piloto, se houver. Exemplo: O quarto piloto a trocar de kart pegará o primeiro kart descartado que já esteja consertado e assim por diante, caso contrário, e somente neste caso, deve ser pego algum kart disponível pelos mecânicos;


l.Uma vez realizada a troca do kart, o piloto não poderá retornar a seu kart anterior mesmo que este já esteja consertado ou disponibilizado;


m.Qualquer troca de kart será julgada pela Comissão Organizadora, o piloto envolvido e mais 2 pilotos sorteados. Caso se confirme a irregularidade e ao fim da prova o piloto estiver na zona de pontuação, o piloto será punido com a perda dos pontos da prova, portanto, os demais pilotos que estiverem imediatamente atrás subirão na classificação da corrida;


n.Não são considerados problemas passíveis de troca do kart, entre outros:

-Rendimento do motor abaixo da expectativa do piloto;
-assento desconfortável;
-direção pesada;
-freios com rendimento abaixo do esperado (desde que o kart esteja freando);
-pneus descalibrados (basta recalibrar e prosseguir com o kart);

o.Explicitando alguns possíveis casos da regra, entende-se como "quebra ... impossibilitando-o de prosseguir" o seguinte:

-Quebrar o rolamento da direção e não haver possibilidade de correção imediata do defeito pelos mecânicos do box;
-Quebrar suspensão e não haver possibilidade de correção imediata do defeito pelos mecânicos do box;
-Motor quebrar ou falhar e não haver possibilidade de correção imediata do defeito pelos mecânicos do box;
-Pneus furados ou esvaziando rapidamente;
-Cabos arrebentados e não haver possibilidade de correção imediata do defeito pelos mecânicos do box;
-Qualquer outro problema que não estiver previsto, antes da largada deve ser informado imediatamente a um dos 04 membros da comissão que decidirá o que deve ser feito, agilizando a largada.

p.Qualquer outro problema que não estiver previsto, após a largada, será avaliado conforme alínea "i".


Art. 13º – A Direção de Prova deverá aplicar as regras do kart indoor, e todos os participantes deverão concordar com as punições impostas pelo Diretor de Prova, não cabendo recurso, desobediência e desrespeito, inclusive após o término da corrida com batidas e/ou cavalos de pau.

§ 1º - As punições sempre serão impostas pelo Diretor de Prova de forma disciplinar e rigorosa:



a) O piloto será punido com perda de 1 ponto no total do campeonto, após descartes, para cada bandeira de advertência que receber;

b) o piloto será punido com a perda de 3 pontos no total do campeonto, após descartes, para cada Stop and Go;


c) o piloto que liderar a relargada e não segurar o pelotão para reagrupamento da bateria será punido com a perda de 3 pontos no total do campeonto, após descartes,



§ 2º - É permitido o uso de equipamentos de comunicação (tipo rádio comunicador, TalkAbout, WalkieTalkie) pelos pilotos, seja para comunicação entre os mesmos ou entre a platéia, espectadores ou qualquer outra pessoa.

a) Todos os pilotos deverão declarar ANTES DA PROVA sobre o tipo de equipamento utilizado, canal de comunicação, chave de acesso, freqüência e demais informações que permitam o monitoramento.

b) Caso se confirme, por parte da Direção de Prova ou pela Organização do Campeonato, que algum piloto utilizou sem antes informar e ao fim da prova o piloto estiver na zona de pontuação, o piloto será punido com a desclassificação da prova, portanto, os demais pilotos que estiverem imediatamente atrás subirão na classificação da corrida;



Capítulo 5 – Do Grid de Largada
Art. 14º - Somente a primeira prova terá 05 minutos de tempo de classificação, para efeito de formação do grid de largada e ponto extra (somente nesta).

§ 1º - O menor tempo de classificação ocupará a 1ª posição no GRID de largada, e assim sucessivamente, até o maior tempo de classificação ocupar a última posição no grid.

§ 2º - Somente poderá correr o piloto que estiver: 1) de acordo com o regulamento e adendos; 2) adimplente; 3) seu peso atualizado.


§ 3º - Visando a segurança dos participantes, o piloto que consumir bebidas alcoólicas ou estiver visivelmente sobre efeitos dessas, será impedido de correr, ainda que atenda a outras exigências estabelecidas neste Regulamento.


Art. 15º - A partir da 2ª prova em diante, não haverá mais voltas de classificação, sendo 02 (duas) voltas utilizadas para aquecimento (WARM UP), contadas a partir da entrada do último carro.

§ 1º - O GRID será então formado a partir do Quadro Geral de pontuação devidamente atualizado, na forma de GRID invertido e com os critérios do § 5º, do Art. 16, da 2ª até a nona prova.

§2º - Na primeira prova da SUPER-FINAL, o grid será montado com a pontuação dos pilotos até a oitava prova, como nas etapas anteriores. Na segunda prova da SUPER-FINAL, o grid invertido é o resultado da nona prova (ou seja: o primeiro colocado da nona prova será o último no grid da décima prova).



§ 3º - Para as corridas em que haja a possibilida de de utilização de lastro, cada piloto deverá completar seu peso líquido (sem capacete) até a média dos pilotos da bateria, com margem de tolerância de 2kg. Por exemplo, caso a média seja de 75 kg e o piloto pesou 68 kg, o mesmo deverá então ser acrescido pelo menos 5 kg para que seja superado o limite mínimo com a tolerância.

§ 4 º - É obrigatória a atualização de peso por parte de cada piloto, sempre que houver alteração, devendo ser informada por e-mail à Comissão Organizadora com pelo menos 02 (dois) dias de antecedência da etapa subseqüente. A Comissão Organizadora promoverá, no mínimo, a pesagem oficial antes das etapas que forem aplicados os descartes (ver item 8) ou sempre antes das etapas que tiverem possibilidade de lastro.



§ 5 º - Participantes esporádicos poderão entrar somente caso o V Campeonato Super Kart Amador não possua quórum suficiente para fechar uma bateria, sendo que os mesmos entrarão após o último participante efetivo do campeonato ter se posicionado no grid invertido. Considera-se “participante esporádico” aquele que não pagou taxa de inscrição do campeonato.


Capítulo 6 – Da Corrida, Pontuação e Critérios de Classificação e Desempate

Art. 16º – A corrida se desenvolverá em duas etapas, da seguinte maneira:

§ 1º – PRIMEIRA ETAPA – TRADICIONAL: A primeira etapa inicia-se com largada parada (tradicional), com grid definido pelo Capítulo 4 deste regulamento e tem duração aproximada de metade do tempo ou número de voltas estimada para a corrida.

§ 2º - A direção de prova sinalizará o fim da primeira etapa através de uma bandeira amarela geral ou outro método a ser informado no
briefing em toda a pista, após a passagem do primeiro colocado pela linha de largada, no momento em que completar as voltas e/ou tempo definidos para a primeira metade.

§ 3º – O líder da prova levantará o braço e reduzirá a velocidade. Todos os pilotos ficam proibidos de realizar ultrapassagens e devem seguir em fila indiana, mantendo as posições que tinham no momento da bandeirada. O líder é responsável pelo andar do comboio, devendo manter ritmo lento até a direção de prova autorizar a relargada. É imperativo que o líder, após a primeira curva da reta principal e antes de entrar na reta de chegada do circuito, REDUZA ao máximo a velocidade, sem parar, e aguarde que todos os competidores formem o pelotão. Após isto, poderá reacelerar, seguindo as sinalizações da direção de prova. A desobediencia a estas recomendações imputa a perda dos pontos, se devidamente comprovado pelo testemunho de pelo menos metade dos competidores.



§ 4º – Os pilotos manterão as posições que tinham no momento do final da primeira etapa e não serão re-organizados pela direção de prova. Assim, pilotos retardatários permanecerão onde estavam e não deverão ser reposicionados para o final da fila.



§ 5º – Os pilotos devem colaborar e acatar as decisões da direção de prova, sob pena de desclassificação ao final da corrida.

§ 6º – SEGUNDA ETAPA – LARGADA LANÇADA: a direção sinalizará com a bandeira verde (ou outra, combinada anteriormente), permitindo que o líder da prova reacelere. As ultrapassagens só podem ocorrer APÓS passagem pela linha de chegada.


§ 7º - O piloto que realizar ultrapassagem antes do permitido será penalizado com stop-and-go ou sua desclassificação. Em caso de recurso por parte de algum piloto, servirá como prova a verificação por meio do extrato eletrônico da prova, que indicará as posições finais da primeira etapa e as posições de passagem na relargada lançada.


Art. 17º - A pontuação em cada corrida é individual e cumulativa, compondo o Quadro Geral de Pontuação.

§ 1º - Ao final de cada corrida, será atribuída a cada piloto, a pontuação definida no quadro abaixo:


Posição de Chegada ao final da prova Pontos
1º. - 11 2º. - 09 3º. - 08 4º. - 07 5º. - 06
6º. - 05 7º. - 04 8º. - 03 9º. - 02 10º. - 01



§ 2º – Também será atribuido aos pilotos, conforme sua posição ao final da primeira etapa da corrida, a pontuação definida no quadro abaixo:

Posição ao final da 1ª etapa Pontos
1º. - 11 2º. - 09 3º. - 08 4º. - 07 5º. - 06
6º. - 05 7º. - 04 8º. - 03 9º. - 02 10º. - 01



§ 3º - Em todas as corridas, o participante que fizer a volta mais rápida da prova (considerando-se a primeira e segunda etapas, conforme extratos eletrônico da prova) receberá 01 (um) ponto a mais, a ser somado à sua pontuação na respectiva prova. A Best Lap vale somente no tempo relativo à toda corrida.



§ 4º – Será considerada a pontuação da prova, para efeito de descarte, o somatório da pontuação obtida na primeira e segunda etapas, mais o ponto extra por melhor volta.



§ 5º – Para a classificação geral dos pilotos, seguir-se-ão os seguintes Critérios de classificação para a Pontuação Acumulada (Quadro Geral de Pontuação):

a.Maior número de pontos, levando-se em conta o descarte ocorrido;
b.Maior peso, com tolerância de 2 kg;
c.Maior número de presenças;
d.Maior número de vitórias;
e.Maior número de melhores voltas em corridas;
f.Maior número de pontos descartados;
g.Maior peso absoluto;
h.Sorteio.



§ 6º - Critérios de classificação para o Grid Invertido de Largada:

a. Menor número de pontos levando-se em conta os descartes ocorridos. Nas provas 2 e 3 não serão levados em conta os descartes.
b.Maior peso, com tolerância de 2 kg;
c.Maior número de presenças, levando-se em conta os descartes ocorridos;
d.Maior número de pontos descartados (se houver);
e.Maior peso absoluto;
f.Sorteio.
g. Os participantes que ingressarem no campeonato à partir da 2ª Prova, constarão do fim da Classificação-Geral e, obrigatoriamente, em sua primeira prova, serão posicionados nas últimas posições do grid de largada da última bateria. No caso de ingresso de mais de um participante na mesma prova, será obedecido o critério de peso absoluto, onde os mais pesados saem na frente. A partir da segunda participação do piloto, seguem-se os critérios estabelecidos de a) a f).


Art. 18º - O campeonato terá 02 (dois) piores resultados para descarte obrigatório (N-2), considerando-se o total da pontuação de cada corrida (classificação e pontuação de best lap), sendo um para as primeiras quatro provas e outro paras as quatro seguintes.


§ 1 º - Devem ser consideradas as provas realizadas até o momento do descarte, bem como as menores pontuações.

§ 2 º - Após cada corrida deverá ser atualizada a relação de descartes, substituindo-se alguma pontuação maior por outra inferior, mantendo-se o total de descartes até a referida etapa.

§ 3 º - Desta forma, a pontuação já com descartes intermediários não prejudicará a formação do grid invertido de largada.

§ 4 º - A não participação de alguma das provas pode ser descartada como pior resultado.


Capítulo 7 – Das Premiações
Art. 19º - A Comissão Organizadora prevê o fornecimento das seguintes premiações:

a.Mini-troféu ou equivalente será fornecido a cada prova o vencedor de cada bateria.

b.Troféus distribuídos para todos os participantes, conforme apuração no Quadro Geral de Pontuação, ao fim do campeonato.


c.Co-financiamento para Rodízio de Carne (ou outra comemoração escolhida pelos participantes) para todos, conforme apuração no Quadro Geral de Pontuação, ao fim do campeonato.

§ 1º - Somente fará jus às premiações especificadas neste artigo, os pilotos que estiverem adimplentes com as Taxas de Inscrição e Administração, e ter participado de pelo menos seis provas.

§ 2º - As premiações de que tratam este Artigo serão custeados pelos recursos financeiros provenientes da Taxa de Inscrição e da Taxa de Administração, e adicionalmente, por aporte de recursos de patrocinadores e apoios que por ventura venham cooperar ao decorrer campeonatos.


§ 3 º - Em caso de interposição de recurso por parte de algum dos competidores, a premiação somente será feita após o julgamento de todos os recursos.


Art. 20º – A Comissão Organizadora define os valores da Taxa de Inscrição e da Taxa de Administração, na forma a seguir especificada:

§ 1º - Será cobrada de cada piloto participante do campeonato Taxa de Inscrição no valor de R$ 215,00 (duzentos e quinze reais), que deverá ser paga em moeda corrente aos membros da Comissão Organizadora, antes do início da primeira prova, conforme definido no calendário constante do Anexo deste Regulamento. O pagamento poderá ser parcelado no cartão de crédito (até o limite permitido pela operadora ou sistema de pagamento) ou por outro meio (cheques, boletos) negociados diretamente com a diretoria financeira.

§ 2 º - Será devolvido ao participante a quantia de R$ 10,00 (dez reais) por prova disputada, a partir da quinta prova (ou seja, se na quinta prova o particpante já tiver disputado cinco provas, receberá de volta R$ 50,00).

§ 3º - Nenhum valor será devolvido ao participante em caso de desistência do campeonato.


Capítulo 8 – Da Final do Campeonato

Art. 21º - O fim do campeonato se dará logo após a última prova, sendo vencedor o participante que obtiver o maior número de pontos acumulados nas duas últimas provas (SUPER-FINAL)

§1º - Os participantes da bateria de REPESCAGEM que conseguirem vaga para a SUPER-FINAL, terão uma penalidade de CINCO PONTOS no total de pontos obtidos nas duas últimas provas.

§2º - A posição final no campeonato será determinada pelo somatório de pontos da SUPER-FINAL, desprezando-se os pontos obtidos nas etapas anteriores e, independente da pontuação total obtida na SUPER-FINAL, serão classificados na frente os participantes da bateria A e depois os da B.


§3º– Para efeito de desempate, aplicar-se-ao os critérios estabelecidos no § 5º, do Art. 17 deste Regulamento.

§4º - No caso de disputa do campeonato com apenas uma bateria, a SUPER-FINAL será disputada por todos os participantes, sendo no entando penalizados com 5 pontos a metade (arredondamento para menor) dos participantes com menos pontos.


Capítulo 9 – Das Penalidades e dos Recursos
Art. 22º - A Direção de cada Kart Indoor e do Campeonato é soberana na aplicação das penalidades previstas, inclusive após o término da corrida, por conta de batidas e/ou cavalos-de-pau, agressões físicas, verbais e no que mais couber.

Art. 23º - Os pilotos poderão interpor recursos perante à Comissão Organizadora, casa sintam-se le
sados em relação ao julgamento da direção de prova ou em relação às atitudes de outro piloto dentro das pistas.

§ 1 º - O prazo para recurso se inicia logo após a divulgação dos resultados da prova e terá duração de 20 minutos podendo ser encerrado antecipadamente pelo diretor técnico se todos os participantes
assim concordarem.

§ 2 º - O piloto interessado deverá redigir seu recurso, informando qual sua alegação, contra quem (ou o quê) e anexar o que mais achar necessário para comprovar seu ponto de vista.


§ 3 º - A Comissão Organizadora verificará a validade da solicitação e, em seguida, a julgará, empenhando todos os seus esforços para ser imparcial e honesta, sempre visando o bem maior que é a confraternização, a diversão sadia e a amizade entre os competidores.

a)A Comissão poderá solicitar que o recurso seja julgado pelos participantes não-envolvidos, sendo o resultado decidido então pela maioria simples dos votantes, em votação aberta.

b)Caso o recurso interposto tenha o envolvimento de algum dos membros da Comissão Organizadora, automaticamente este deverá ser julgado conforme o item anterior.

c)As decisões da Comissão Organizadora ou da votação realizada pelos participantes não-envolvidos são soberanas, não cabendo contra recurso.


Capítulo 10 – Das Disposições Finais
Art. 24º - O Campeonato porderá ser regido por regulamento particular anexo, sempre visando o objetivo maior definido no art. 1º

Art. 25º - Situações que não estejam previstas nesse regulamento deverão ser analisadas e definidas pela Comissão Organizadora e mais algum piloto indicado pelos demais, antes da corrida subseqüente, prescrevendo em seguida.

Brasília/DF, 08 de fevereiro de 2009


Comissão Organizadora - V Campeonato Super Kart Amador 2009

ANEXO I
CALENDÁRIO DE PROVAS – ANO 2009*

Prova Data Circuito Observações

1ª 11/03/2009 qua CARRERA Abertura do Campeonato

2ª 06/04/2009 seg FREE

3ª 12/05/2009 ter FERRARI

4ª 10/06/2009 qua CARRERA

5ª 09/07/2009 qui FREE

6ª 07/08/2009 sex FERRARI

7ª 08/09/2009 ter CARRERA 7 setembro (feriado) - não tem como ser na segunda

8ª 05/10/2009 seg FREE inversão para compensar o feriado anterior

9ª 11/11/2009 qua CARRERA

10ª 10/12/2009 qui FERRARI Confraternização

*sujeito a alterações, conforme constante no regulamento



Creation date : 11/02/2009 - 09:17
Last update : 25/02/2009 - 19:55
Category : ! Importante!
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